"Pensar Queer"
- 18 de jun. de 2017
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Capitulo 6 – “Escolhendo alternativas well of loneliness”
Uma parte do título deste capítulo, a meu ver, remete-nos de imediato para um estado de espirito muito pouco agradável que é a solidão.
Esta linha de pensamento (queer), segundo o autor, pode mudar mentalidades através de imagens, livros, filmes… todavia, é muitas vezes abordada de forma menos correta aliada a um clima de ironia e infelicidade por parte dos homossexuais. O capítulo dá-nos ainda conta de que cada vez que existe um filme/ história de homossexualidade há sempre um final trágico como a morte de uma das personagens. Por vezes a causa de morte é diferente mas a mensagem é sempre a mesma. Nos livros a homossexualidade surge para os adolescentes como uma vida de desespero onde tem 2 opções, ou lutam para serem felizes fazendo as escolhas que lhes tragam esse mesmo sentimento tornando alvo de criticas, ou então remetem-se ao sofrimento de viver uma vida desligada do sentimento mais forte que existe na minha opinião, o Amor.
Em pleno seculo XXI ainda nos deparamos com uma imensa falta de sensibilidade/compreensão em relação ao conceito de homossexualidade. O ser humano tem tendência a renegar e julgar tudo o que considera diferente ou fora do contexto “normalidade”.
Capitulo 3 - Ler a teoria da complexidade como um imperativo moral e ético. Pensar Queer: Sexualidade, cultura e educação.
Neste capítulo retrata a “teoria da complexidade” para questionar as várias noções do senso comum de educação e identidade.
A teoria da complexidade, não foge a normal realidade das teorias Queer, aqui a Teoria da complexidade questiona as noções de senso comum de educação, investigação e identidade. Teorias da complexidade podem ser descritas como uma forma de transformação, visto que a nossa sociedade esta em constante mudança.
Neste capítulo são, também, abordadas duas noções, “simplexidade” e “cumplicidade”, da autoria de Cohen e Stewart respetivamente, com o objetivo de retirar os teóricos da complexidade da crise atual. O termo “simplexidade” pode ser usado para referir qualquer sistema de interpretação elaborado pelo homem. Quanto à “cumplicidade” é um imperativo ético e moral.
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